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Já a Seguir

16
Fev18

Que não dê cocó: Ready Player One e Solo

Manuel Reis

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Se há dois filmes pelos quais estou ansiosamente à espera mas que têm um ENORME potencial para correr mal, são Ready Player One e Solo: A Star Wars Story.

 

Começando pelo fim, Solo teve mudanças de bastidores a meio das filmagens, quando trocaram a dupla entusiasmante de Phil Lord e Chris Miller pelo tarefeiro (sejamos honestos) Ron Howard. É para ficar agarrado ao guião, não há cá improvisos. Se gostava de ver um filme no universo Star Wars feito um pouco mais como uma comédia? Sim. (Adorei as piadas à volta do Luke em The Last Jedi - gajo velho que já está farto desta merda.) No entanto, a Disney é a Disney, e a Disney gosta que tudo esteja planeado e que o público saiba para o que vai. A Disney não é a Warner, que deixa que Lord/Miller façam um dos melhores filmes de animação dos últimos anos (The LEGO Movie) e que não passa por um anúncio de 101 minutos (que também é, mas nunca sentimos isso).

 

Ainda é indefinido quem será creditado como "o" realizador oficial do filme - Howard ou a dupla Lord/Miller. Provavelmente Howard. Seja qual deles for, está aqui o trailer.

 

 

Com Ready Player One, a ansiedade é maior. Adorei o livro. A quantidade gigantesca de referências à cultura pop dos anos 80 prendia-me. E a história também é bastante sólida. É perfeitamente razoável que seja adaptado ao cinema, até porque - e esta foi a sensação que tive quando o li - a história está contada com "ritmo" de filme. Steven Spielberg? Óptimo! (Notem que Spielberg já estava na produção deste filme quando aceitou fazer The Post, já estreado, e que é um filme bom. Só isso. Bom.)

 

Mas depois… Ele diz que tirou todas as referências aos seus filmes. No mais recente trailer, vejo uma certa insistência no Iron Giant (propriedade da Warner). O aspecto visual das cenas dentro do OASIS (a sério, leiam o livro!), especialmente dos personagens, está meh. Há DeLorean! Mas este último trailer cortou o entusiasmo que o primeiro tinha criado.

 

 

Eu quero muito ver estes dois filmes, e vou vê-los, mas já estou a gerir as expectativas. Ready Player One estreia a 29 de Março, Solo: A Star Wars Story a 24 de Maio.

14
Fev18

A Netflix contratou Ryan Murphy, criador de American Horror Story

Manuel Reis

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Novo capítulo na guerra Disney/Netflix: A gigante do streaming anunciou de madrugada que contratou Ryan Murphy, possivelmente um dos maiores influenciadores da televisão e da cultura pop da última década (através de séries como American Horror Story, Glee, Nip/Tuck, American Crime Story…) para um contrato de 5 anos, $300M. M Maiúsculo. De Milhões.

 

Isto é gigante. Em seis meses (coincidência-ou-talvez-não: precisamente seis meses), a Disney perde dois dos maiores nomes da TV dos últimos 20 anos para a Netflix. Primeiro Shonda Rhimes (que criou Grey's Anatomy, de que nunca ninguém ouviu falar), por 4 anos, $100M; agora Ryan Murphy - este através da Fox (produtora), com quem está a terminar contrato e que cujo processo de compra por parte da Disney está a decorrer (ainda vai demorar até estar concluído). Isto tudo depois da Disney ter anunciado que vai criar uma plataforma de streaming própria.

 

Vai ser divertido/estranho/assustador ver os próximos desenvolvimentos desta guerra aberta, até porque ainda não é claro que tipo de tratamento é que a Disney vai dar às propriedades da Fox, nem à marca, nem à edginess (o atrevimento) dos conteúdos da produtora. Por exemplo, quando perguntaram ao CEO da Disney, Bob Iger, se iríamos ter mais filmes R-rated de Deadpool, a resposta dele foi positiva, mas com aquilo que eu vejo como sendo um toque de conservadorismo: «As long as we let the audiences know what’s coming, we think we can manage that fine.» E tudo o que for R-rated não vai estar no serviço de streaming - vai para o Hulu (que é como dizer: se não mudar nada, não vai estar disponível em Portugal).

 

Será que vamos assistir a uma sociedade distópica em que a Disney controla o Mundo e a Netflix faz parte da resistência?

 

(Não se preocupem, fãs de Ryan Murphy: as séries que existem vão continuar em exibição até terminar a sua vida natural. Já viram a nova temporada de American Crime Story? O Assassinato de Gianni Versace? O primeiro episódio é bem fixe. Ainda não houve tempo para mais.)

27
Nov17

17 minutos de Agents of S.H.I.E.L.D. para desenjoar de Inhumans

Manuel Reis

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 Agora que a brincadeira Inhumans acabou (ou assim se espera), Agents of S.H.I.E.L.D. regressa para a sua quinta temporada. Vão ser Agentes… NO… ESPAÇO!… Marretas à parte, espero que esta brincadeira acabe depressa e voltem à Terra depressa. Vão ser 22 episódios, a começar em dose dupla já no dia 1 nos EUA. No entanto, e como eles já andam desaparecidos há tanto tempo, a ABC/Disney/Marvel achou por bem colocar os primeiros 17 minutos da temporada online. Facilitando a coisa, cá vai ela:

Quem é o tipo com um capacete à Star-Lord? Onde (e, talvez mais importante, quando) estão eles? Porque é que o Mack está a falar tanto? O que é que o espaço faz à malta da Marvel que fica logo mais (talvez demasiado) animada? Tudo questões que vão ser respondidas (ou não) a partir de Dezembro.

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